Ser ou não ser…


O jogo do título deste post, meu primeiro como presidente do Rotaract Club de São Paulo Aliança Lapa, para mim tem muito a ver com uma gestão, com a responsabilidade que assumo e com o compromisso que tenho para com o clube.

A famosa frase dita por Hamlet, na peça de William Shakespeare que leva o mesmo nome, é usada em um contexto de reflexão do personagem, uma conversa interna onde, dentro das diversas interpretações que são dadas, eu entendo que é sobre o continuar ou desistir de tudo.

Já presidi algumas organizações anteriormente, primeiro foi o grêmio estudantil que ajudei a fundar no Colégio Albert Sabin, depois veio a presidência do Rotex São Paulo, e agora a do Aliança Lapa. Em todas estas, momentos de reflexão como estes, onde pensamos o que fazer, como fazer, beiramos a desistência, são naturais. Com o passar dos anos vamos agregando conhecimento e experiências e vamos aprendendo a lidar melhor com tudo isto.

Tenho certeza de que esta gestão, 2011-2012, será uma gestão especial para o clube. Não são palavras de arrogância, mas sim de união. Será especial pois buscarei incessantemente ajudar o clube, que também me ajudará, a encontrar o equilíbrio entre o que fazemos na vida. Somos profissionais ou estudantes, filhos, irmãos, amigos e também Rotaractianos. Precisamos equilibrar todas estas funções. Precisamos dar conta de tudo isto para podermos continuar a nossa jornada em fazer a diferença que queremos ver no mundo.

O lema escolhido pelo nosso presidente de RI, Kalyan Banerjee, é “Conheça a si mesmo para envolver a humanidade”. Acho que este é um momento de reflexão para todos nós, por isto o link com Hamlet.

Em meu discurso de posse (que pode ser visto aqui), disse que estou passando por uma forte mudança, uma reflexão para equilibrar o meu lado extremamente racional, com o lado emocional (que vem crescendo). Acredito que isto fará diferença neste ano que se inicia.

Tenho certeza que o Aliança Lapa está passando por um momento único. Seus sócios e sócios honorários nunca estiveram tão próximos e unidos, com tarefas tão bem distribuídas. Em minha opinião qualquer clube brilha em função da união que seus “diretores” tem, e não pelo presidente que tem. Cabe ao presidente reger esta orquestra para que todos toquem no mesmo tom, no mesmo ritmo. Um presidente sozinho, trabalhando apenas com seu vice ou secretário não consegue manter e ter qualidade o suficiente para prosperar. É preciso conhecer os seus limites e envolver todos do clube. Cada um com seu papel fundamental para a manutenção da boa música.

Acredito que este será um ano incrível. Temos duas novas companheiras no clube, outros dois ainda em treinamento. Isto me faz crer que, também esta gestão será marcada por muito sucesso e realizações, já que estamos todos juntos numa mesma jornada!

Pedro Prochno
Presidente 2011-2012

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Uma resposta para Ser ou não ser…

  1. Henrique Misawa disse:

    Presidnte Pedro, mais uma vez parabéns, tudo de bom e conte conosco nesta sua gestão! Abs.

    Henrique Misawa

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